Para cuidar de um familiar com demência, só amor não chega.

Estratégias reais para compreender e gerir comportamentos desafiantes.

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Antes de profissional,
fui neta (a tempo inteiro)

Filipa Dias em palestra sobre cuidados a familiares com demência

Na prática clínica apercebi-me que, em Portugal, envelhecer com dignidade está muito longe de ser um direito garantido.

Cresci na casa dos meus avós, entre cadernos de sextilhas, pão torrado na lareira e pequenas mudanças que eu não sabia interpretar. Foi com eles que aprendi a ver o tempo, mesmo quando não sabia que o estava a ver.

Anos mais tarde, entendi o que tínhamos vivido sem compreender. E acima de tudo, como poderia ter sido mais leve.

É dessa consciência que nasce tudo isto: ajudar famílias a reconhecer sinais e a cuidar com tempo, presença e clareza.

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O MÉTODO CASA

Três pilares que trabalham em harmonia para transformar sobrecarga em equilíbrio

Pessoa Idosa

Ajudamos a cuidar respeitando quem a pessoa é, a sua história e o seu ritmo.
Avaliamos capacidades, necessidades e preferências para preservar autonomia e dignidade.

Família

A família também precisa de cuidado. Acompanhamos quem cuida com orientação prática e apoio emocional, para que ninguém carregue tudo sozinho.

Casa

Pequenos ajustes no ambiente fazem uma diferença enorme. Ajudamos adaptar a casa para reduzir riscos, facilitar o dia a dia e promover conforto e independência.

Para cuidar de um familiar com demência, só amor não chega

É preciso estratégia, apoio e orientação.

Para quem é?

Para familiares de pessoas com demência que precisam de clareza para lidar com comportamentos desafiantes.

Recusa ao banho
Recusa na alimentação/hidratação
Recusa para sair de casa
Recusa à medicação
Recusa ao Centro de Dia
Recusa na ida ao médico
Recusa aos cuidadores
Perguntas Repetitivas
Comportamentos Obsessivos
Agitação e/ou Confusão
Agressividade
Desconfiança ou acusações de roubo
Noites sem dormir
Mudanças de humor
Apatia, isolamento ou perda de iniciativa
Quedas frequentes
Temas sobre desafios emocionais dos cuidadores

Confiado por mais de 100 famílias

O que dizem as famílias

Testemunho de 5 estrelas sobre apoio a cuidadora de familiar com Alzheimer
Testemunho sobre apoio emocional a cuidador de pessoa com Alzheimer
Testemunho 5 estrelas sobre estratégias para cuidar de familiar com Alzheimer
Testemunho sobre transformação do ambiente familiar com consultoria em demência
Testemunho de 5 estrelas de Anabela Jesus Ramalheiro, cuidadora familiar de pessoa com Alzheimer de 88 anos, sobre consultoria de demência - destaca como ficou mais tranquila após acompanhamento e deveria ter aderido mais cedo
Testemunho de 5 estrelas de Ana, cuidadora de mãe com demência vascular de 68 anos, sobre a consultoria de envelhecimento e demência - destaca partilha com outras famílias e como comportamentos desafiantes ficam mais fáceis de gerir com acompanhamento

FAQs

Perguntas Frequentes

As consultas são online ou tenho de me deslocar?

100% online. Trabalhamos de forma remota para podermos ajudar famílias de todo o país (incluindo ilhas).

Quem deve estar presente na Consulta?

Todos os familiares envolvidos no Plano de Cuidados. Sem alinhamento familiar, nenhum plano de cuidados sobrevive.

O meu familiar ainda não tem diagnóstico, faz sentido para nós?

Sim. Grande parte das famílias chega ainda sem diagnóstico - seja porque a pessoa recusa ir ao médico ou porque ainda estão a tentar perceber o que se passa. Ajudamos a organizar a avaliação e preparar a família para os próximos passos, mas também a estabelecer a ponte com o Médico em caso de recusa.

O meu familiar está num lar, faz sentido para nós?

Não. Trabalhamos apenas com famílias verdadeiramente comprometidas em proporcionarem o máximo de autonomia, independência e funcionalidade em casa. Nada contra a decisão de institucionalizar, mas não é a nossa área de intervenção.

Como sei se é o momento certo para marcar consulta?

Se estão a ler isto, provavelmente já é. Esgotamento, recusas constantes, medo de lidar com situações, dúvidas sobre institucionalizar, ou culpa persistente são sinais claros.

A consulta constitui um ato médico?

Não. A consulta é um momento de orientação familiar e apoio prático. Não é um ato médico, psicológico, de enfermagem ou diagnóstico clínico.

Começamos por ouvir.

Depois, percebemos juntos o melhor caminho.

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