Testemunhos

Cada família tem uma história. Estas são algumas das que nos inspiram todos os dias.

Testemunho de Teresa Moreira, 85 anos, sobre o apoio da Consultoria de Envelhecimento no cuidado da mãe com Alzheimer.
Depoimento de Aline, cuidadora da mãe com Alzheimer, sobre as estratégias práticas para lidar com a doença.
Testemunho de Emília, cuidadora de familiar com Alzheimer (77 anos), sobre como o acompanhamento ajudou a preparar estratégias para lidar com o presente e com o futuro.
Testemunho de Elsa Machado, sobre a diferença sentida antes e depois do acompanhamento no processo de cuidar de um familiar com demência vascular (72 anos)
Comentário de Anabela Jesus Ramalheiro, 81 anos, sobre a importância do acompanhamento para reduzir ansiedade e insegurança.
Testemunho de Ana, sobre o impacto do acompanhamento no cuidado da mãe com demência vascular (68 anos) e a importância das partilhas entre famílias.
Testemunho de Ana Maria Silva Machado Rodrigues, sobre como o acompanhamento trouxe apoio emocional, partilha e ferramentas práticas para lidar com os desafios da demência do seu marido (79 anos)
Testemunho de Mariana, sobre como o acompanhamento a ajudou a recuperar confiança, aprender estratégias práticas e lidar com a ansiedade no cuidado familiar.

Histórias na primeira pessoa 

Vozes reais de famílias que partilham o que mudou nas suas rotinas, na relação com o seu familiar e na forma como vivem o cuidado.

"A minha avó voltou a dormir durante a noite"

A Catarina partilha como, depois de semanas sem descanso, a avó voltou finalmente a dormir durante a noite. O que parecia um detalhe transformou-se num ponto de viragem: mais serenidade, menos desgaste e uma nova rotina que trouxe tranquilidade à casa e à família. 

Demência em estadio avançado - 90 anos, Sintra

"A avó do Tiago caiu e o pânico instalou-se"

O Tiago recorda o momento em que a avó caiu e a família ficou sem saber o que fazer a seguir.

Entre a urgência, o medo e a confusão, o acompanhamento trouxe um plano claro de intervenção, apoio contínuo e a tranquilidade de saber o que fazer em cada passo.

Fratura do colo do fémur - 89 anos, Vila Franca de Xira

"Não nos tratam como crianças"

A Alda expressa, com a serenidade que a caracteriza, o quanto valoriza ser ouvida e tratada com respeito nas nossas Consultas de Estimulação Cognitiva.

No acompanhamento, encontrou espaço para participar, para decidir e para sentir que a sua voz continua a contar.

A Alda diz que se sente aliviada depois das consultas, sente-se mais capaz de gerir as suas dificuldades no dia-a-dia e diz gerir muito melhor o impacto que este diagnóstico teve na sua vida.

Doença de Alzheimer - 72 anos, Carcavelos

"Sentimo-nos mais seguros"

A rotina da Ana era pesada: a mãe precisava de apoio para se alimentar, deslocar-se e manter-se calma, e a Ana dormia pouco e vivia em constante vigilância.

As dúvidas eram muitas — quando intervir, o que permitir, como prevenir engasgamentos ou lidar com os pedidos para “ir para casa”.

Com o acompanhamento, a Ana ganhou segurança: aprendeu técnicas de comunicação e estratégias para reduzir a agitação ao entardecer e reorganizou o apoio domiciliário, que passou a partilhar tarefas de higiene e alimentação.

A rotina tornou-se mais previsível e o ambiente mais calmo.

Hoje, a Lídia está mais estável e a Ana sente-se menos sozinha e mais capaz de cuidar sem se perder no cuidado.

Síndrome demencial e Parkinsonismo - 83 anos, Lisboa

"Consigo falar melhor com a minha tia"

A Marta partilha o quanto era doloroso ouvir estas acusações vindas de alguém que sempre confiou nela. As discussões repetiam-se, e cada dia parecia um novo começo de desconfiança.

Com o acompanhamento, percebeu que não se tratava de teimosia, mas de um cérebro confuso a tentar dar sentido ao que esquecia.

Aprendeu a validar o medo da tia, a usar frases tranquilizadoras e pequenas adaptações em casa que devolveram serenidade às duas.

Hoje, a Irene vive com mais calma - e a Marta cuida com menos culpa e mais clareza.

Demência em fase moderada — 85 anos, Silves

"A melhor metodologia para ele não se exaltar"

Durante muito tempo, a Ana tentava corrigir o António sempre que ele se enganava nas datas ou dizia que o pai “tinha falecido há pouco tempo”. As repetições deixavam-na exausta.

Sentia que precisava explicar, para o ajudar a perceber - mas quanto mais explicava, mais ele se confundia.

Com o acompanhamento, compreendeu que aquelas repetições e confusões não eram o António a querer implicar nem eram teimosia. Eram parte da demência vascular.

A Ana percebeu que o António não precisa de entender tudo para se sentir bem. Precisa de sentir-se seguro. E é isso que ela lhe dá agora: menos correção, mais calma, mais presença.

Demência vascular — 78 anos, Guimarães

"Hoje conseguimos tomar decisões acertadas"

Antes de chegarmos à Florentina, a família estava presa num ciclo silencioso de proteção que, sem querer, a deixava mais dependente: faziam quase tudo por ela, tinham medo de a “puxar”, a casa continuava organizada para a vida de antes (corredores apertados, cozinha pouco funcional, apoios pouco adequados), a fisioterapia tinha sido interrompida e ninguém sabia bem como lidar com as sensações dos “animais na perna” — respondiam como podiam, ora a contrariar, ora a desvalorizar.

Com o acompanhamento, o resultado sentido pela família não foi “uma cura”, mas uma mudança concreta: a Florentina mais ativa e incluída, a casa finalmente alinhada com as suas necessidades reais, menos risco de queda, menos discussão, mais segurança, mais autonomia possível — e filhas que deixaram de se sentir perdidas e culpadas e passaram a saber exatamente como ajudar sem substituir a mãe em tudo.

Doença de Parkinson — 67 anos — Serra d’Água, Madeira

"Fiquei menos stressada a lidar com a minha mãe"

Antes do acompanhamento, a Maria Olímpia vivia com a filha, Anabela, num ambiente de exaustão e tensão constantes.

Apresentava comportamentos repetitivos e confusão frequente - dizia querer “ir para casa”, procurava objetos em loop e mexia-se durante a noite, o que levava Anabela a dormir mal e a vigiar-lhe os movimentos.

A Anabela aprendeu a comunicar com a mãe sem conflitos, também acompanhamos a introdução no Centro de dia e sugerimos pequenas adaptações em casa e na rotina que trouxeram estabilidade e segurança.

Hoje, a Maria Olímpia vive com mais serenidade — e a filha, finalmente, descansa.

Demência mista - 88 anos - Arruda dos Vinhos

"Não tem de ser uma jornada solitária"

Antes do acompanhamento, o Manuel passava os dias entre o sofá e a casa de banho, confuso e inseguro, enquanto a Dulce tentava explicar, corrigir e controlar cada gesto — o que apenas aumentava a agitação e o cansaço de ambos.

A casa estava desorganizada para as novas necessidades e cada tarefa simples se tornava um desafio.

Acompanhámos a introdução no Centro de dia, e ao longo deste tempo, a Dulce percebeu que o pai não precisava de explicações, mas de segurança: reorganizou o quarto para o rés-do-chão, instalou luzes noturnas e tapetes antiderrapantes, criou uma rotina previsível e aprendeu a usar uma comunicação calma e validante.

Hoje, o Manuel continua a precisar de ajuda, mas vive com mais autonomia — e a Dulce cuida com menos culpa e mais clareza.

Demência ligeira-moderada - Manuel Fernandes, 85 anos - Ilha Terceira (Açores)

Feedbacks

Respostas reais de famílias que partilham o que mudou nas rotinas, nas relações e na forma como cuidam.

Feedback anónimo de família que refere melhoria no sono e maior ligação entre a pessoa idosa e a família após o acompanhamento.
Feedback anónimo que destaca a atenção e o entendimento profundo das necessidades individuais demonstrados pela equipa.
Feedback anónimo de família que sublinha o acompanhamento diário atento e empático prestado à pessoa idosa e à família.
Feedback anónimo de cuidador que refere redução da ansiedade e maior serenidade familiar após a implementação de rotinas estruturadas.
Feedback anónimo que salienta a empatia, sensibilidade e segurança transmitidas pela equipa durante o acompanhamento.
Feedback anónimo de família que refere maior consciência e serenidade na relação com a pessoa idosa após o acompanhamento.
Feedback anónimo que destaca mudanças positivas nas rotinas diárias e na comunicação entre a pessoa idosa e a família.
Feedback anónimo de cuidador que valoriza o apoio emocional recebido e o reconhecimento das suas dificuldades no cuidado diário.
Feedback anónimo de cuidador que refere sentir-se mais segura e confiante no cuidado diário graças às dicas práticas da equipa.
Feedback anónimo de cuidadora que destaca a empatia, a partilha e a confiança estabelecida com a equipa de acompanhamento.

Começamos por ouvir.

Depois, percebemos juntos o melhor caminho.

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